Bélgica,  Guri no Mundo

Guri em Bruges, Bélgica

Depois de contar como foi chegar até a Bélgica por Gent, chegou a hora de contar a segunda parte: Bruges. Conheci Gent e de lá peguei o trem até Bruges. Lá chegando, já à noite, fomos direto pra praça central da cidade, pro centro histórico que também é Patrimônio da Humanidade desde 2000. Caminhada com um olho olho na feirinha de Natal e outro nos restaurantes do local. Todos com o mesmo preço salgado: gastei EUR 25 pelo prato + uma cerveja (que era o mesmo preço da Coca-Cola). Passamos no pub (sim, e cheio de ingleses) e voltamos pro hotel.

No outro dia, o céu azul brilhava quando saímos pra gelada Bruges. Cinco graus nos esperavam do lado de fora, no entanto. Sabe aquelas fotos de casas belgas? Fiz várias delas, mas não vou postar só isso de foto pra não ficar chato ó:

Ali pertinho da praça central de Bruges fica a prefeitura bonitona da cidade e também a Basílica do Sangue Sagrado – onde dá pra ver o sangue de Jesus Cristo. A próxima parada do roteiro foi a Choco-Story. Um museu/fábrica de chocolate. Pelo que vi eles assumem mais o papel de museu do que fábrica. A história do chocolate é contada tim-tim por tim-tim. Desde a criação da bebida até ser vendido sólido e contando até sobre a embalagem.

E por que não esculturas feitas de chocolate?

No final do tour é mostrado como são feitos e quais as diferenças dos tipos de chocolate e uma apresentação da produção da delícia. Com direito a uma provinha, claro.

Dali saímos e fomos até a De Haalve Maan, a cervejaria de Bruges. Compramos o ingresso e enquanto esperávamos uma hora até a saída do próximo grupo demos uma bela caminhada pela região

De volta à cervejaria, depois que os grupos franceses e de alemães saíram lá fomos nós. Dentro da fábrica é explicado o processo de produção da cerveja (que claro, nem preciso explicar que prestei muita atenção!), fase por fase, até chegar no topo do prédio onde ela está instalada. A vista lá de cima por si só vale o preço do ingresso.

De volta ao chão passamos pelo processo de fermentação, filtragem e engarrafamento dessa outra delícia. Comprei um kit com seis cervejas (quatro diferentes tipos) e não pude deixar de notar que o teor alcoólico varia de 6.5% a 11% (isso, não errei… 11… Onze!). No fim do tour, uma prova da cerveja também.

Pois bem, próxima parada: saciar a larica. Bruges é conhecida por ter a melhor batata frita do mundo (desculpa, mas a do Ye Olde Cheshire Cheese é melhor), então lá fomos provar. Cerca de EUR 3 uma caixinha (pode ser num cone também, às vezes) com algum molho em cima, e só se divertir.

Aí aparece o primeiro perrengue da viagem: o hotel que resolvemos ficar (Floris Karos) não tinha água quente em nenhum dos dias que ficamos nele. Ou seja: mais um fator/sinal pra irmos pra Bruxelas. Como já havíamos pago pedi reembolso da última diária pra podermos sair de lá, o que não aconteceu. Só pra registrar, o primeiro café da manhã que passamos lá não tinha café. Pra quê café no café da manhã afinal? Deveria, passar a chamar isso de “água/suco da manhã”.

Lá fomos pra estação de trem e compramos os dois trechos Bruges/Bruxelas e Bruxelas/Gent (afinal, de lá sai nosso ônibus pra Londres. Trem rápido e moderno e menos de uma hora depois estávamos na capital da Bélgica. Mas isso, no caso, vai ser assunto pra um outro post. Junto com o fato de o ônibus de quase não conseguirmos voltar pra Londres no mesmo dia. =]

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