Todo mundo sabe que se tem algo em que Londres leva vantagem, esse algo é o quesito museu. A cidade em si já é um museu a céu aberto, mas os seus indoors também são uma obrigação de visitação. Além de terem obras incríveis também são de graça (ao menos a parte principal), então dá pra visitar sem medo de errar.
Principalmente quando o assunto é o Tate Modern. Arte moderna é igual a Underberg: ou gosta ou não gosta. Então não precisa se preocupar em botar grana no lixo: não gostou, vai embora. Simples.

Eu, pra ser sincero, não entendo muitas das obras que lá estão expostas (desculpaê!), mas com certeza devem fazer sentido pra muita gente. O museu, claro, tem sua parte mais “clássica” (vamos chamar assim), ou então partes focadas em fotografia, etc. Tudo, claro, voltado ao lado moderno da arte.
Sim, ele é de graça mesmo. Não, ele não fica nem perto do Tate Britain. 😉
Não te preocupa com os primeiros passos dentro do Tate. Ele tem três andares de exposições (mais café, biblioteca, etc.), então com certeza vai ter uma galeria ou uma exposição rolando que se encaixa no que tu procura. Mas não deixa de visitar, sério! Mesmo que seja só uma passadinha.
Por que passadinha? Porque ali pertinho estão outros famosos pontos turísticos, como a St. Paul’s (do outro lado da ponte) e o Shakespeare Globe há alguns poucos passos. Ou seja, o Tate Modern (assim como muitos museus) é ótimo pra um dia de chuva ou um entardecer de inverno (às 16h).

Ah… Por falar em St. Paul’s, a melhor vista pra avistar e fotografar o domo dela e o Tâmisa é a da varanda do segundo andar do Tate. Enjoy it!
A passadinha pelo Tate está inclusa neste roteiro aqui. Tu já visitou o Tate? O que achou?? Conta nos comentários, ali! 🙂

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