Guri no Reino,  Inglaterra

Guri em Sheffield

A saudade do meu Lajeado Grande fez eu querer conhecer uma cidadezinha no interior do país. Em uma conversa aleatória de pub (aquelas que eu peço uma indicação de cerveja pra puxar papo), um cara me indicou a interiorana cidade de Sheffield. Segundo ele, a cidade tem ar de interior, casas pequenas e não com muito movimento, Bom pra descansar.

 

Chegamos lá e nos deparamos com uma bela parede-cachoeira na saída da estação. Bonito e surpreendente, mas depois…

Fomos a pé até o Premier Inn e dali pra uma área boêmia no centro da cidade. O atendimento do hotel foi simplesmente ótimo! Tudo rápido, fácil e com atendimento digno de usar a palavra “ótimo”. Optamos pelo full english breakfast no dia seguinte, e de fato não tivemos fome muito cedo depois daquilo.
Ainda no dia anterior, ao tentarmos comer algo na região, não foi fácil achar algo que servia comida depois das 20h. Encontramos um realmente surpreendente restaurante (quanto -nte nessas palavras) japonês que nos salvou. Me salvou. Na verdade caso contrário teria que comer num Pizza Express thank you very much. O lugar é o Yummy’s Noodle Bar A refeição não saiu mais que £ 7.50 cada um e comemos muito bem, obrigado. Pelo tamanho do restaurante (não mais que seis mesas) não esperávamos tanto.
Uma passadinha no pub antes de voltar pro hotel me fez perceber que as pessoas são amigáveis e que a cerveja é barata. Lembro de ter pago cerca de £ 3 por um pint de Guinness (que no centro de Londres paga-se mais ou menos £ 4.30).
No outro dia na cidade conseguimos ver que a cidade ama grafite. Simplesmente isso. Pode ou não pode? Não sei… Mas me chamou a atenção por ser arte e não sujeita mesmo. O que também me chamou a atenção foi o sistema de transporte da cidade que, além dos bondes elétricos (que também tinham em Nottingham e me esqueci de falar), tinham ainda os ônibus de dois andares. Pois é, eles não são só de Londres, mas de todo o país. Assim como as cabines telefônicas.
Alguns 15 minutos a pé dali, passando em frente da Sheffield Univeristy, chegamos no Weston Park Museum, mais um que reune de tudo um pouco: história da cidade, da guerra, casas antigas e arte moderna.
Não muito longe chegamos no Winter Gardens, o qual entendemos o nome assim que chegamos lá: é um jardim indoor, com teto fechado e tudo, e que inclusive tem acesso a um hotel e uma galeria de arte, a Millenium Gallery. Esta, por sua vez, não é muito grande, porém mostra bastante arte relacionada com a região de Sheffield.
Sheffield não vale muito a pena se tu não tiver muito tempo. Acho que até mesmo que tenha tempo de sobra. Mas realmente, não consegui constatar o que o parceiro de pint me falou naquela noite. Vou ser mais seletivo quando for buscar informações em pubs. Ha!

Ah… Quer saber como foi a primeira parte da nossa viagem? Clica aqui e vem junto pra Nottingham. 😉

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